quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Carta aos Sofridos

Tenho pensado assim: se eu, um mísero nada; sujeito a tantos erros e fraquezas, sinto uma dor insuportável ao saber dos seus sofrimentos, imagine o Senhor Jesus!

Você acha que Ele está fora de sua vida? Você pensa que Ele não sente também as suas dores?…

Ah, minha amiga e meu amigo internauta, Nosso Senhor não nos abandonou!

Sabemos que o Reino de Deus não é para tímidos ou covardes. Se assim fosse, ninguém necessitaria de sacrificar, não é mesmo?

Contudo, Deus tem permitido passarmos por tribulações, angústias e períodos sem Suas respostas…

Por quê? Não sei… Mas, uma coisa eu sei e tenho certeza: “Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus”. (Romanos 8.28)

Vocês O amam?

Então não se deixem levar pelas dúvidas do coração enganador!

Fernanda Martins, Maria Gonçalves, Bruna e todos os demais sofridos, vamos nos manter ligados numa só fé e num só espírito de oração diária, para que no seu devido tempo, venhamos colher os frutos da perseverança.

Os momentos difíceis sempre batem à nossa porta, mas nosso Senhor garante:

“…eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século”. (Mateus 28.20)

Ele está junto de você agora mesmo enquanto você lê esta carta! Se quiser aproveitar o momento, converse com Ele aí mesmo!

Sejam abençoados em o Nome do Senhor Jesus Cristo!

Verdadeira Crença

Crer em Deus significa crer na Sua Palavra. E crer na Palavra significa crer no Seu Autor. Quem diz crer em Deus mas não pratica Sua Palavra está enganando a si mesmo. As igrejas cristãs estão cheias de gente assim.

A crença envolve muito mais que acreditar. Tecnicamente as duas palavras significam a mesma coisa. Porém, do ponto de vista espiritual, o crer diz respeito à entrega incondicional em quem se crê. O casamento, nos moldes bíblicos, é um excelente exemplo de crença.

Quando há crença sincera no Senhor Jesus Cristo, há uma entrega de corpo, alma e espírito. E em resposta a essa entrega Ele concede o Espírito Santo sem medida. (João 3.34)

A crença exige a prática. Se não há prática da vontade (Palavra) de Deus, então não há crença. Jesus mostra a diferença entre crer e acreditar quando fala do pai que deu tarefa aos dois filhos. O primeiro filho disse que ia, mas não foi. Já o segundo não quis, mas foi. Quem fez a vontade do pai? Perguntou Jesus. (Mateus 21:28-31)

Abraão é exemplo do crer porque sua crença foi seguida de obediência à Palavra de Deus. Muitos acreditam em Deus, mas poucos têm crido nEle de verdade. Pergunte e responda para si mesmo: Senhor, tenho crido ou apenas acreditado em Tua Palavra?

Felizes os que creem, porque neles serão cumpridas as profecias.

Guerra nossa de cada dia

A gente sabe que a vida não depende da sorte, de oportunidades, de dinheiro ou mesmo de estudo. A vida só depende da fé.

Os “sábios” têm respostas para tudo. Mas quando a crise familiar, financeira ou de saúde bate à sua porta… Eles não têm solução.

O fato é que quando a fé está em baixa, a dúvida está em alta. Nesse caso a solução parece impossível. A pessoa fica prostrada diante de seus problemas. Mesmo sendo eles insignificantes.

Mas quando a fé está em alta, a dúvida estará em baixo obrigatoriamente. Daí os problemas, dificuldades, tribulações ou coisas parecidas serão insignificantes, mesmo parecendo insuportáveis.

A grande dificuldade está em manter-se na fé! Não basta ter fé por algum tempo. É preciso vivê-la a cada momento. Por conta disso, é necessário se investir nela dia após dia todo o tempo.

Como? Manter a mente ocupada com as coisas de Deus.

Há quem cumpra seus “votos” com Deus aos domingos pela manhã. Logo em seguida, relaxam na fé por terem cumprido sua obrigação religiosa. Isso é um grave erro! Porque o adversário da fé se afasta quando ela está em alta. Mas ao vê-la apagada ou relaxada, imediatamente avança contra sua vítima.

Quando se está na fé, o corpo se torna iluminado diante do diabo; mas, na dúvida, o corpo fica apagado. Daí se torna presa fácil do mal.

Observe que os problemas sempre surgem quando a fé está em baixa, não é mesmo?

Por isso o Espírito Santo ensina o combate da fé para posse da vida eterna. ( I Timóteo 6.12 )

Armas da Fé

Deus tem providenciado todas as condições necessárias para Seu povo conquistar a Terra Prometida. Ele nos tem dado Sua Palavra, Seu Espírito e Seu Nome. O que mais precisamos? Com essas ferramentas nada é impossível mesmo.

É óbvio que Sua Palavra, Seu Espírito e Seu Nome não funcionam sem a participação de quem nEle crê. Afinal de contas, de Deus somos cooperadores. ( I Coríntios 3.9 )

Isto é, Deus não fará nada na sua vida sem a sua cooperação! Não adianta oração quando se tem de agir! Moisés não orou enquanto estava diante do Mar Vermelho! Ele clamou!… E resposta de Deus foi: por que clamas a Mim? Diga aos filhos de Israel que marchem!… ( Êxodo 14.15 )

Talvez o leitor esteja orando, jejuando e esperando Deus fazer alguma coisa. Se esse é o seu caso, meu caro, esqueça a solução! Deus nunca vai fazer a sua parte, assim como você jamais fará a Dele!

Somos parceiros dEle. E cada um tem de fazer a sua parte, para que nessa aliança aconteça milagres!

As duas fontes

Há duas fontes de poder nesse mundo: a do Bem e a do mal. A fonte do Bem flui vida pelo Espírito de Deus e a do mal flui morte pelo espírito das trevas.

As duas fontes são forças espirituais que têm agido nesse mundo através de instrumentos humanos. O espírito necessita de corpo para se manifestar no mundo. Tanto o Espírito do Bem quanto o do mal, necessitam do corpo humano para se expressarem.

Enquanto o Espírito de Deus procura pessoas de caráter para semear o bem entre as nações, o espírito do mal busca pessoas sem caráter para usá-las como pedófilos, assassinos, estupradores, corruptos, enfim, malfeitores para semear o mal entre as nações. Seu objetivo é fazer os povos desacreditarem da existência do Deus Justo, Santo e Misericordioso.

A questão é: por que as forças malignas tem sido mais atuantes no mundo do que as benignas? Porque os obreiros do mal não se importam com o futuro de suas almas. Além do que são a maioria no mundo.

Já os obreiros do Bem, instrumentos do Espírito do Bem, são poucos. Também poucos são os escolhidos e salvos. Porque poucos têm assumido compromisso com o Caminho, com a Verdade e com a Vida eterna.

Com quem o internauta tem tido compromisso?

Fé em Evolução

De acordo com a Teoria da Evolução, todas as espécies animais e vegetais que existem na Terra são mutáveis. Isso leva alguns cientistas a crer que as espécies sofrem algum tipo de transformação (mutação), conforme o passar dos séculos.

Informações recentes atestam que 98,4% dos genes humanos partilham com os dos chipanzés. Entretanto, os próprios cientistas sabem que é preciso muito menos de 1% dos genes humanos para que sejam extraordinariamente diferentes dos chipanzés. Daí, podemos continuar refutando Darwin, dizendo que o “elo perdido” continua perdido, ou seja, a teoria da evolução continua sendo apenas uma teoria.

Do ponto de vista bíblico, a Teoria Evolucionista confronta a Palavra de Deus, visto que é pela fé que entendemos que o universo foi formado pela Palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem (Hebreus 11:3). Obviamente, para entender isso é necessário uma revelação da fé Divina.

Quer dizer, se concordarmos com a ideia de que um ser passou a adquirir um pulmão pela necessidade que tinha de respirar, estamos, com isto, limitando o poder de Deus em Sua criação. Como Ele poderia criar algo que precisasse passar por uma modificação após milhares de anos? Isso seria incoerente.

Os verdadeiros cristãos não precisam, e muito menos dependem, de teorias para sustentar a fé. Esta, ao contrário, é sustentada pelo cumprimento das Escrituras Sagradas ao longo da história. Teorias não passam de palavras e especulações que há anos existem para tentar provar algo que é improvável.

Entre acreditar em palavras teóricas e acreditar na Palavra de Deus, a qual tem sido viva, eficaz e pode ser comprovada na vida daqueles que Nela creem, prefiro a segunda opção.

Se há algo que pode e deve estar sempre em evolução, é a fé cristã, para que não haja conformação com este mundo, mas sim, haja transformação de vida. Salvo se há interesse em ser parente do chipanzé. Mas isso fica a critério de cada um.

Você já desceu do muro?

Havia um grande muro separando dois grandes grupos.

De um lado do muro, estavam o Bem, seus servos leais e os anjos. Do outro lado, estavam o mal, seus espíritos e todos os humanos que não crêem no Bem.

E, em cima do muro, havia um jovem indeciso, que havia sido criado num lar cristão, mas que agora estava em dúvida se continuaria servindo ao Bem ou se deveria aproveitar um pouco mais dos prazeres do mundo.

O jovem indeciso observou que o grupo do lado do Bem chamava-o e gritava sem parar para ele:

– Ei, desce do muro agora. Vem pra cá!

Já o grupo do mal não gritava e nem dizia nada.

Essa situação continuou por um tempo, até que o jovem indeciso resolveu perguntar ao mal:

– O grupo do lado do Bem fica o tempo todo me chamando para descer e ficar do lado deles. Por que você e seu grupo não me chamam e não dizem nada para me convencer a descer e ficar do lado de vocês?

Grande foi a surpresa do jovem quando o mal respondeu:

– É porque o muro já é MEU!!!

Dois erros comuns que muitos cometem

O Verdadeiro Merecedor

Muitos não obtêm resultados da fé por um destes dois erros comuns:

1. Considera-se pecador. Acha que não merece as bênçãos de Deus porque já fez muita coisa errada. Pensa que sua fé é pequena, etc. Se DIMINUI diante de Deus.

2. Considera-se santo, justo, cheio de méritos por ser trabalhador, honesto, dedicado, bondoso, etc. Por isso, acha que vai ser abençoado por sua justiça.

O problema é que Deus não opera em nenhum destes termos. Ele é conhecido por abençoar até prostitutas e ladrões, e também não abençoa a todos os ‘bonzinhos’.

Por quê?

A única coisa que importa para Deus na questão de abençoar alguém é se aquela pessoa manifestou a fé. Creu, agiu, levou. Não creu, fica chupando o dedo.

Na fé,

Bispo Renato Cardoso

Os três leões

Numa determinada floresta havia três leões.

Um dia, o macaco, representante eleito dos animais súditos, fez uma reunião com toda a bicharada da floresta e disse: “Nós, os animais, sabemos que o leão é o rei dos animais, mas há uma dúvida no ar. Existem três leões fortes. Ora, a qual deles nós devemos prestar homenagem? Quem, dentre eles, deverá ser o nosso rei?”

Os três leões souberam da reunião e comentaram entre si: “É verdade. A preocupação da bicharada faz sentido. Uma floresta não pode ter três reis. Precisamos saber qual de nós será o escolhido.”

Mas, como descobrir?

Essa era a grande questão: lutar entre si eles não queriam, pois eram muito amigos.

O impasse estava formado.

De novo, todos os animais se reuniram para discutir uma solução para o caso. Depois de usarem técnicas de reuniões do tipo brainstorming, entre outras, eles tiveram uma ideia excelente. O macaco se encontrou com os três felinos e contou o que eles decidiram: “Bem, senhores leões, encontramos uma solução desafiadora para o problema. A solução está na Montanha Difícil.”

“Montanha Difícil? Como assim?” Indagaram os leões.

“É simples”, ponderou o macaco. Decidimos que vocês três deverão escalar a Montanha Difícil. O que atingir o pico primeiro será consagrado o rei dos reis.

A Montanha Difícil era a mais alta entre todas naquela imensa floresta. O desafio foi aceito. No dia combinado, milhares de animais cercaram a Montanha para assistir a grande escalada.

O primeiro tentou. Não conseguiu. Foi derrotado.

O segundo tentou. Não conseguiu. Foi derrotado.

O terceiro tentou. Não conseguiu. Foi derrotado.

Os animais estavam curiosos e impacientes, afinal, qual deles seria o rei, uma vez que os três foram derrotados? Foi nesse momento que uma águia sábia, idosa na idade e grande em sabedoria, pediu a palavra: “Eu sei quem deve ser o rei!” Todos os animais fizeram um silêncio de grande expectativa.

“A senhora sabe, mas como?” Todos gritaram para a Águia.

“É simples”, confessou a sábia águia. “Eu estava voando entre eles, bem de perto e, quando eles voltaram fracassados para o vale, eu escutei o que cada um deles disse para a montanha.”

O primeiro leão disse: “Montanha, você me venceu!”

O segundo leão disse: “Montanha, você me venceu!”

O terceiro leão também disse: “Montanha, você me venceu, por enquanto! Mas você, montanha, já atingiu seu tamanho final, e eu ainda estou crescendo.”

“A diferença”, completou a águia, “é que o terceiro leão teve uma atitude de vencedor diante da derrota e quem pensa assim é maior que seu problema: é rei de si mesmo. Está preparado para ser rei dos outros.

Os animais da floresta aplaudiram entusiasticamente ao terceiro leão que foi coroado rei entre os reis.

MORAL DA HISTÓRIA:

Não importa o tamanho de seus problemas ou dificuldades que você tenha. Seus problemas, pelo menos na maioria das vezes, já atingiram o clímax, já estão no nível máximo, mas você não. Você ainda está crescendo. Você é maior que todos os seus problemas juntos.

Você ainda não chegou ao limite de seu potencial e performance. A Montanha das Dificuldades tem tamanho fixo, limitado.

A fé inteligente é a energia de Deus dentro de você. Use-a como ferramenta de realização dos seus sonhos. Não preste atenção nas coisas que se veem, mas nas invisíveis (sonhos) que a fé dá acesso.

Sejam abençoados em o Nome do Senhor!

Os dois Juramentos

Deus fez dois juramentos: um para bênçãos e outro para maldição. O de bênçãos foi dirigido aos da fé constante; o juramento de maldição foi para os da fé inconstante.

E aqui está a grande diferença entre cristãos e “cristãos”. Os que realmente creem, mantêm a crença, custe o que custar. Não importam as lutas e desafios enfrentados nos desertos da vida. Há uma convicção íntima de vitória que os faz perseverar até o fim. Nas cartas apocalípticas o Senhor enfatiza a perseverança como condição da vitória.

Mas, para os “cristãos” de fé inconstante, a exemplo dos rebeldes filhos de Israel no deserto, nada lhes resta senão colher os frutos da ira de Deus.

“…jurei na minha ira: Não entrarão no meu descanso.” (Hebreus 3:11)